quarta-feira, 13 de outubro de 2010

As Lágrimas de Dessidéria

A frieza de teus lábios sepultou minhas esperanças
Teus olhos negros repletos de muita dor
Alimentam minha angustia
Sinto tuas lágrimas tocarem meu corpo enfermo
Por toda esta insanidade
Meu anjo puro que vive nas sombras
Eu sou sua dor
Despoja-te dos véus que impedem a cura
Teus olhos velados que te tornam as faces lacrimosas
Anátema dos céus que caiu sobre tua alma
Povoando teus sonhos com desejos
Alma perdida no escuro da noite
Contemplo teu sorriso e a chama que arde em teus olhos
Mors omnia solvit ab imo, pectore.

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